27/09/2011. O 1º Dia – Declarações de abertura da Promotoria

O promotor David Walgren fez sua declaração de abertura, usando um foto do que parece ser o corpo de Michael Jackson em uma maca.

* Michael Jackson confiou sua vida nas as habilidades médicas do Dr. Murray e foi uma “confiança equivocada “

* A causa da morte foi uma overdose de Propofol, administrado pelo Dr. Murray

* Vamos provar que Conrad Murray repetidamente agiu com negligência grosseira e incompetência

* Walgren explicou que Murray obteria US $ 150.000 por mês, não os cinco milhões que Murray exigiu para a duração do “This is It” tour.

* Murray fez arranjos com uma farmácia para comprar grandes quantidades de Propofol em irregularmente.

* Murray mentiu para o farmacêutico, dizendo que ele tinha uma clínica em Santa Monica, quando ele não tinha.

* Em 10 de maio de 2009, Murray fez uma gravação de voz em seu iPhone … a gravação documentou MJ altamente sob a influência de “agentes desconhecidos” com Murray sentado lá. Ele mostra que Murray sabia do estado de Michael e o que ele estava fazendo com o cantor.

* Nas semanas que antecederam a morte de MJ, ele estava frio, tremia, divagava, mas Murray continuou dando-lhe Propofol, e Kenny Ortega irá testemunhar que MJ claramente não estava bem.

* Uma reunião foi realizada na casa de Michael em 20 de maio de 2009,com Kenny Ortega, Murray, MJ e outros. Murray repreendeu Ortega por expressar preocupações sobre sua saúde, dizendo que ele era o médico, acrescentando: “Michael está fisicamente e emocionalmente bem. Eu sou o médico “.

* No dia que MJ morreu, a 01:00pm, MJ chegou em casa do ensaio e Murray passou a noite na casa – como fazia todas as noites nos 2 meses e meio – com a finalidade de colocá-lo para dormir com Propofol.

* Walgren disse que Michael morreu em sua cama – que ele estava clinicamente morto quando os paramédicos chegaram.

* Murray enviou mensagens de texto e fez chamadas telefônicas, enquanto ele sentou-se ao MJ. Ele fez oito telefonemas, o último às 11:51 para uma namorada, e foi quando Murray percebeu que havia uma emergência.

* Murray chama o guarda-costas Alberto Alvarez e diz que Michael Jackson tinha uma “reação negativa”.

* Murray instrui Alvarez essencialmente para esconder as provas dentro de um saco azul … colocando, entre outras coisas, a garrafa de Propofol que estava pendurada no suporte IV – Walgren é o que implica que é a garrafa que tinha a dose fatal.

* 911 foi chamado às 12h20. E, Walgren diz, quando os paramédicos chegaram, MJ estava morto

* Murray nunca disse aos paramédicos que ele deu a MJ Propofol, mesmo quando perguntaram qual drogas Murray havia administrado.

* Os paramédicos pronunciaram MJ morto, mas Murray insistiu em ser transportado para UCLA.

* Médicos da UCLA perguntaram a Murray que drogas ele tinha dado MJ, mas Murray nunca mencionou Propofol.

* Dois dias depois da morte de MJ, Murray encontrou-se com detectives da polícia de Los Angeles, e disse que ele estava dando doses noturno de Propofol a MJ todos os dias por mais de dois meses para colocá-lo para dormir. Esta é a primeira vez que Murray confessou.

* MJ disse a Murray em torno de cinco horas que ele precisava dormir e eles concordaram que Propofol era a resposta. Murray disse que deu a MJ 25 miligramas de Propofol, mas isso só iria colocá-lo para dormir por alguns minutos. Os promotores dizem que muito mais Propofol foi administrado.

* Murray explicou à polícia, ele foi ao banheiro para urinar, voltou dois minutos mais tarde para descobrir que MJ não estava respirando. O Promotor diz que é chamado de “abandono”, deixando um paciente sozinho é abandono médico.

* O promotor diz que Murray estava ao telefone durante 45 minutos depois de dar Propofol a MJ.

* Conrad Murray agiu com negligência grosseira e não estava agindo no melhor interesse de MJ … ele estava trabalhando para $ 150.000 por mês.

Fonte: MJNABrasil

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Não há Limites no Mundo de Fantasia de Michael Jackson (LA Times, Novembro 1991)

LA Times, 14 de novembro de 1991

Por Alan Citron e Daniel Serone
Às 4 da manhã no Halloween, as imponentes portas vermelhas do Bernie Grundman Mastering em Hollywood se abriram para revelar um homem trajado inteiramente de preto – incluindo uma máscara cirúrgica também preta. Não era um ladrão ou alguém querendo doces-ou-travessuras. A lenda do pop, Michael Jackson, havia chegado para supervisionar o trabalho final no seu muito aguardado álbum, Dangerous.

O perfeccionismo mítico de Jackson já havia atrasado o lançamento do álbum por muitos meses. Mais de 50 músicas foram gravadas nos estúdios de Los Angeles ao longo de um ano – alegadamente elevando o custo da produção para altíssimos US$8 ou US$10 milhões.

Agora, com as 14 músicas que Jackson selecionou finalmente em mãos, uma equipe de engenheiros de som trabalham contra o relógio para criarem um disco de sonoridade coesa.

Enquanto Jackson trabalhava na sala de controle com o produtor-engenheiro de som Bruce Swedien e Grundman, um grupo de funcionários da gravadora de Jackson, a Epic Records da Sony, estavam prontos para entregar em mãos cada uma das cópias master para oito plantas de produção ao redor do mundo. Uma cópia foi enviada para a Holanda. Outra para a Austrália. A terceira para Nova Jersey. Até um jato corporativo da Sony integrou a frota de transporte de Dangerous.

Isso é um caminho longo comparado a um Sedex, mas extremos são a norma no mundo maior do que a vida de Michael Jackson, que quebrou todos os batentes para reafirmar seu status de Deus do pop reinante com Dangerous.

“Eu estou um pouco preocupado agora. Como qualquer outra coisa pode ser comparada a essa histeria?” se perguntou o diretor John Landis, que dirigiu o mais novo videoclipe de Jackson, Black Or White, assim como o pioneiro Thriller de 1983. “É como a Segunda Vinda”. “Você está lidando com o artista mais importante do mundo,” disse David Geffen, o magnata da indústria fonográfica e um conselheiro informal de Jackson. “Tudo o que Michael faz é acompanhado de muito pensamento e energia. Ele é um perfeccionista.”

O frenesi multimídia começou há várias semanas atrás, com a exibição de um comercial de estilo surreal filmado pelo cineasta David Lynch e o lançamento na semana passada do primeiro single, Black or White. Continua hoje à noite com o lançamento mundial do videoclipe de Black or White, um espetáculo de 11 minutos com efeitos especiais state-of-the-art. O clipe de US$4 milhões – o qual o pessoal da Sony e da equipe de Jackson prefere chamar de curta-metragem – estará disponível para 280 milhões de lares em 69 países ao longo do dia.

O álbum chega no dia 26 de novembro, no momento certo para a temporada de compras natalinas. Os varejistas estão contando com Jackson para ajudar a despertar a indústria de seu recente sono de vendas. Para a Sony, as apostas são muito mais elevadas: Dangerous é o primeiro filho de seu novo e gigantesco negócio com Jackson, que abrange tudo, desde filmes a video games. Praticamente todo mundo espera que o disco venda bem. Mas para ser comparável aos alto padrões de Jackson, ele deve vender entre as 25 milhões de cópias de seu disco de 1987, Bad, e as recordes 48 milhões de cópias de Thriller.

E a batida continua. Mais de 400 membros de equipe estarão disponíveis em um hangar no Aeroporto de Santa Monica na sexta-feira, quando Jackson grava sua performance para o especial de 10 anos da MTV, previsto para ir ao ar na ABC em 27 de novembro. Isso é 10 vezes mais do que o número comum de membros, dizem pessoas da tripulação.

Aqueles que escutaram Dangerous insistem que os fãs do recluso artista de 33 anos não ficarão decepcionados. Embora o disco esteja cheio dos uivos e ritmos dançantes clássicos de Jackson, também inclui toques contemporâneos como rap e sampling. Os devotos de Jackson o descrevem como “grande” ou “mágico” – duas palavras que parecem descrever bem a vida de Jackson.

A lendária obsessão do cantor em superar a si mesmo estava plenamente aflorada durante a gravação do álbum, de acordo com as pessoas envolvidas no projeto. Mais de 50 músicas foram gravadas, re-gravadas e a maioria delas descartadas. Quatro estúdios de gravação ao custo de US$30.000 por dia estavam ocupados pela equipe de Dangerous no auge do projeto.

Um atraso foi causado porque Jackson serviu como anfitrião e padrinho no recente casamento de Elizabeth Taylor. Jackson também teve de lidar com a má publicidade gerada pelo recém lançado livro de sua irmã, LaToya, e por uma canção de seu irmão, Jermaine, em que ele critica suas cirurgias plásticas.

Fontes dizem que as fitas master de Jackson chegaram quase sem tempo nenhum de sobra, dado o número de dias que se leva para fazer os CDs, cassetes e LPs, e entregá-los às lojas de todo o mundo. Apesar disso, Jackson insistiu que prestassem total atenção aos detalhes, disse o engenheiro de som Grundman. Os engenheiros fizeram a mão a extraordinária quantidade de 16 masters de primeira-geração de Dangerous, a fim de garantir que a melhor qualidade de som possível fosse alcançada ao chegar na prensa de discos. Sony, a gigante japonesa de eletrônicos que assinou com Jackson um novo contrato em março, nunca pressionou o cantor para uma data de entrega específica para o álbum Dangerous – embora tivessem esperado, em um dado momento, que o álbum fosse lançado no verão.

“Nenhum álbum de superastro deve sair em uma data determinada,” disse uma fonte. “Caras como Jackson trabalham em seu próprio ritmo.”

Os executivos da Sony apenas esperam que todo o seu esforço seja recompensado. O contrato de multimídia dá a Jackson autonomia virtual sobre suas atividades, assim como uma parcela extraordinária dos lucros.

Um associado descreveu Jackson como “exausto” após “trabalhar ininterruptamente” para completar o disco e o videoclipe em tempo para a campanha publicitária multimilionária da Sony. No entanto, espera-se no próximo ano que o frágil Jackson esteja em constante movimento para apoiar Dangerous, com uma série de ambiciosos videoclipes para o restante das músicas do álbum e possivelmente uma turnê para rivalizar com os mega shows da Victory, de alguns anos atrás.

“Michael é show business grande, e ele sempre fez tudo maior do que a vida, então ele não sabe como fazer de outra maneira,” disse um diretor de videoclipes que pediu para não ser identificado. “Tudo é feito à escala da turnê Victory. Tudo é enorme.”

O frenesi em torno da estréia de Black Or White, que inclui participações do astro de Esqueceram de Mim, Macaulay Culkin, e o onipresente Bart Simpson, podem estabelecer um novo padrão para campanha publicitária de videoclipe. Mas enterrado abaixo da publicidade estão os relatos de que o projeto ambicioso enfrentou problemas decorrentes principalmente da busca de Jackson por um entretenimento colossal.

O alto custo da re-filmagem de sequências de danças inchou o orçamento para acima dos US$4 milhões e levou a uma finalização que quase coincidiu com a data de estréia.

Na segunda-feira à noite, a Propaganda Films ainda estava aparando e editando a versão final de Black Or White. Naquele momento, nem a Fox, nem a MTV, nem a Black Entertainment Television haviam assistido ao espetáculo que eles prometiam aos telespectadores há semanas.

As complicações parecem ter ligação com a luta de Jackson pela teatralidade. Quando Jackson queria dançar com uma parceira no meio de uma rodovia movimentada, uma rodovia foi re-criada em Sun Valley, e 50 motoristas dublês foram contratados para garantir a segurança do casal.

Alguns números de dança exóticos foram refilmados em locação depois que Jackson decidiu que eles não eram espetaculares o suficiente. Um elaborado cenário da Praça Vermelha foi construído em um lote do Culver Studios para a sequência de dança dos cossacos russos, e 50 cavalos foram usados na sequência de dança indiana americana – aparentemente o ponto alto do clipe – em Vasquez Rocks, perto de Saugus.

Quando Jackson decidiu se transformar em uma pantera negra para o clipe, ele largou a ultrapassada prótese que o havia transformado magicamente em lobisomem no video de Thriller, optando por seguir com a última moda dos efeitos especiais gerados por computador. A tecnologia meticulosa, chamada de “morphing”, porque um objeto parece perfeitamente metamorfosear em outro, foi usada para animação no filme Exterminador do Futuro 2.

Um recorde de 15 transformações de uma pessoa que se funde em outras – uma mulher pálida, com cabelos cor de fogo que se transforma em um rastafari com dreadlocks, que muda para uma mulher indiana com uma marca de casta na testa. Cada pessoa, por sua vez, canta e dança.

“Nós fomos mais longe com isto do que jamais foi feito antes,” disse Jamie Dixon, o supervisor de efeitos especiais para a Pacific Data Images em Los Angeles. “Michael queria colocar quase tudo do universo inteiro nesta coisa.”

Jackson permaneceu fiel à sua reputação lendária de sigilo durante as filmagens de Black Or White. Quando curiosos tentavam olhar de um prédio mais alto, um painel foi colocado em um ângulo que garantisse completa privacidade. Às vezes, quando ele conversava com Landis no set, um observador disse que Jackson levantava uma capa escura que usava e os dois discutiam por trás dela. A locação teria sido cercada por cortinas pretas de 12 x 12 metros para manter o local alheio à cidade – e Jackson também – quando o astro desenvolveu uma gripe.

O repórter da TV Guide, Stephen Galloway, descreveu a cena surreal na noite em que visitou o set em Los Angeles: “Isso foi no centro da cidade, em Skid Row, com dois drogados dormindo na calçada. Então eu cheguei lá e foi como se eu fosse ver o presidente. Uma limusine branca se abre e de repente, do nada, surgem meia dúzia de seguranças dos lados dela. Eu estava atrás do carro e vi esta meia vermelha descer em direção ao chão e um cara (Jackson) com essa máscara enorme no rosto atravessando rapidamente os cinco metros necessários para chegar ao seu trailer.”

Galloway foi permitido no set somente após longas negociações e de vários adiamentos. No dia após a sua visita, Jackson enviou a Galloway uma dúzia de copos de cristal Baccarat da Tiffany, que Galloway estima valerem US$1.000. Galloway enviou o presente de volta.

Fonte: Blog Arquivo Michael Jackson
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“Remember The Time” – Quando Negros Eram Reis e Rainhas (JET, Fevereiro 1992)

JET, 17 de fevereiro de 1992 Por Aldore Collier Reminiscente de um dos antigos épicos bíblicos de Hollywood, Michael Jackson escolheu o antigo Egito como o cenário de seu exótico e extravagante novo vídeo, Remember the Time. A agitada música entretém, enquanto a história e o ambiente remetem a um tempo quando negros governavam um dos maiores impérios da civilização. “Geralmente, em grandes espetáculos nos quais cineastas trabalham com o antigo Egito, eles não mostram ou contam a verdade,” disse John Singleton, que dirigiu o curta de sete minutos. Singleton, que também dirigiu o aclamado Boyz N the Hood, disse que “eles não mostram a beleza das pessoas negras. Michael quis fazer algo para nos mostrar como somos – pessoas muito bonitas.” O clipe apresenta Eddie Murphy como Faraó Ramsés, a supermodelo Iman como Rainha Nefertiti e Earvin “Magic” Johnson como o anunciante da corte. No vídeo, Nefertiti diz ao faraó que está entediada. Para entretê-la, ele pede ao anunciante que chame um malabarista e um lança-chamas. Mas ela não se impressiona. Finalmente, uma misteriosa figura vestida em um manto aparece, desaparece e re-emerge como Michael Jackson. Depois que ele (Jackson) levemente flerta com a rainha, um enfurecido faraó ordena que seus homens o persigam pelo palácio e mercado. Depois de tomar dançarinos através de rotinas bem coreografadas, ele corre pelo palácio e tem uma surpreendente e apaixonante cena de beijo com a rainha. Logo quando está prestes a ser encurralado, ele desaparece de novo e re-emerge como um gato. Singleton e Jackson colaboraram no tema e elenco por várias semanas antes do vídeo ser filmado em menos de uma semana no mês passado. Singleton tem sido um fã de Jackson por toda sua vida. “Eu apenas o chamei e disse que se quisesse que eu filmasse um clipe para ele, estaria disponível,” ele se lembra. “Nós conversamos e então aconteceu que o próximo single do álbum Dangerous, Remember the Time, estava chegando e ele precisava de um diretor. Foi uma colaboração decidindo quem poderia interpretar o faraó, quem seria realmente engraçado porque queríamos fazer o clipe divertido. Eu disse ‘Por que não Eddie Murphy?’ e ele disse “Yeah.’ Então, Michael chamou Eddie para ver se ele toparia e ele disse que sim. Nós queríamos uma irmã muito bonita para fazer a rainha. Ele disse, ‘Você sabe quem eu acho muito bonita mesmo?’ Olhamos um para o outro e ambos dissemos ‘Iman!’ Foi como osmose!” Singleton disse que quer o clipe tão educacional quanto divertido. “Nós temos um patrimônio de orgulho.” O vídeo foi coreografado por Fatima, que já trabalhou com Whitney Houston, Stevie Wonder e Keith Sweat. “John queria que a dança fosse hip hop, ela disse a JET. “Tudo está indo para esta área do hip hop. Hip hop é algo como aeróbica. É muito rápido, e basicamente têm nossas raízes africanas. Com Michael, o que dizemos foi mais dança técnica. Nós o fizemos egípcio, mas sem perder sua característica de rua. É algo como techno hop. Este foi um estilo inédito para Michael, mas ele se saiu ótimo. Ele aprende passos muito facilmente. E ele se divertiu muito. Nós tivemos que ensaiar cinco ou seis horas por dia, mas foi divertido. Estamos felizes por isso ser algo inteiramente negro.” O single Remember the Time foi escrito por Jackson, juntamente com Teddy Riley e Bernard Belle. Foi o single seqüência de Black Or White, que passou sete semanas no topo das paradas musicais. Acima de tudo, o álbum Dangerous, de Jackson, esteve no topo das paradas, ou próximo, desde sua estréia no último outono. Embora nenhum número tenha sido divulgado, o pródigo e autêntico set de Remember the Time tem seu custo reportadamente em torno de $2 milhões. Singleton disse a JET que Jackson faz curtas-metragens, não vídeos. Embora ele tenha feito uma série de curtas-metragens como estudante da Universidade da Califórnia do Sul, esta foi sua primeira vez como um profissional. Ele está agora trabalhando em seu segundo longa-metragem, Poetic Justice, um filme ambientado em L.A do Sul e Oakland. Ele chamou este filme de “um romance das ruas, uma história de amor comum, não do povo burguês.”

Traduzido por Lucas Bucchile

Fonte: Blog Arquivo Michael Jackson
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Michael Jackson Celebrado em Las Vegas – Informe Completo à Imprensa

LAS VEGAS – O Presidente da Casino e do Mandalay Resort, Chuck Bowling, o presidente e diretor geral do Cirque du Soleil, Daniel Marrare e o co-executor do Espólio de Michael Jackson, John Branca, confirmaram o local para uma produção permanente de Michael Jackson em Mandalay Bay, e anunciaram novos aspectos da relação criativa em uma conferência de imprensa realizada hoje (27/04) no resort. A produção começou a avaliar a transformação do teatro do resort e a decidir a equipe criativa para o show, que está previsto para estrear na primavera de 2013.

Chuck Bowling disse: “O mundo pode nunca mais voltar a conhecer uma força no entretenimento do calibre de Michael Jackson. Em nome de toda a Mandalay Bay e das equipes na MGM Resorts Internacional, estamos profundamentos honrados em nos tornarmos lar desta produção incrível para celebrar seu legado para as novas gerações que virão.

Daniel Lamarre acrescentou: “Estamos muito animados com esta nova produção de Michael Jackson para a Mandalay Bay. Michael Jackson é criativamente inspirador para os artesãos do Cirque du Soleil e seus times criativos. Há tantos elementos criativos comuns entre nós que é um prazer de imaginar esta nova produção. É também muito animador que estaremos apresentando a Michael Jackson The IMMORTAL World Tour em Bandalay Bay por um longo período no próximo mês de dezembro, e Jamie King e nosso time criativo prometem um grandioso espetáculo pop-rock.”

Além da abertura do espetáculo permanente em 2013, o extenso relacionamento inclui muitas facetas que irão hipnotizar alguns novos e antigos fãs de Michael Jackson da mesma forma:

MICHAEL JACKSON THE IMMORTAL WORLD TOUR

Estreando em Mandalay Bay no dia 3 de dezembro, a Michael Jackson The IMMORTAL World Tour irá se apresentar em Las Vegas por um período prolongado em sua tão esperada turnê norte-americana. Está residência prolongada permitirá que fãs de todo o mundo venham para Las Vegas, o lugar perfeito para os visitantes internacionais descobrirem a nova casa de Michael Jackson e a experiência de extravagância pop/rock criada por Jamie King.

THE MICHAEL JACKSON FAN FEST

Para dar o pontapé na turnê em Las Vegas, os fãs terão a chance de conhecer o legado de Michael Jackson de um jeito totalmente novo nesta primeira Michael Jackson Fan Fest autorizada por seu Espólio, que acontecerá por tempo limitado em Mandalay Bay a partir de 3 de dezembro, 2011. Esta experiência deve incluir uma grande variedade de elementos, tal como um olhar próximo na memorabilia de Michael Jackson, ítens do rancho Neverland, oportunidades de tirar fotos em sets recriados a partir dos clipes de Michael Jackson, um olhar nos bastidores da criação da Michael Jackson The IMMORTAL World Tour, um palco principal com concursos, sessões de perguntas e respostas com os membros da equipe criativa da Michael Jackson The IMMORTAL World Tour, bem como com outros associados de Michael Jackson, brindes e muito mais. Além disso, a Fan Fest dará aos participantes a oportunidade de competir um contra o outro no video game recentemente lançado pela UBISOFT, “Michael Jackson The Experience”. Um projeto interativo, interessante, envolvente com uma ambiente gigantesco para toda a Fan Fest, que promete ser um evento único. A Fan Fest ficará aberta por quatro horas antes dos shows da Michael Jackson The IMMORTAL World Tour nos dias 3, 4, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 13 e 14 no Bayside Exhibit Halls de Mandalay Bay. No caso de dois shows na mesma noite, a Fan Fest terá duas sessões abertas ao público em horários separados. Ingressos e informações serão anunciados nas próximas semanas e http://www.MichaelJacksonFanFest.com irá oferecer atualizações de minuto-a-minuto sobre a Fan Fest.

Disseram John Branca e John McClain, administradores do Espólio de Michael Jackson: “Estamos entusiasmados em estabelecer o ‘lar de Michael Jackson fora de seu lar’ em Mandalay Bay. Por causa de sua localização remota, poucas pessoas conseguem visitar o rancho Neverland. Mas milhões de fãs de Michael poderão ouvir sua música e terem experiências excitantes em Mandalay Bay. Estamos especialmente animados pelo Espólio ter autorizado a primeira Michael Jackson Fan Fest, algo que os fãs de Michael pedem há muito tempo e algo que Michael sempre quis para seus fãs. Estamos ansiosos para trabalhar com nossos parceiros – Mandalay Bay, Cirque du Soleil e MGM Resorts International – na implementação desses projetos emocionantes.”

MICHAEL JACKSON ALL ACCESS

Mandalay Bay também será a casa definitiva da colaboração criativa entre o Espólio de Michael Jackson e o Cirque du Soleil, que visa dar aos fãs um encontro único entre o gênio artístico de Michael, o senso de encantamento e o espírito humanitário. Assim como a Michael Jackson The IMMORTAL World Tour e o show permanente recentemente anunciado em Mandalay Bay abrirão os olhos e ouvidos do mundo para experimentar a música de Michael de uma forma totalmente nova, esta exposição permanente vai levar os fãs, novos e antigos, em uma jornada para o próximo nível, dando a eles a oportunidade de acessar Michael Jackson – o artista consumado, o filantropo e a pessoa – de forma inteiramente nova, usando tecnologia state-of-the-art e interativa. Esta experiência deve desencadear memórias, inspirar esperança e nos ajudar a descobrir novas coisas sobre Michael e nós mesmos, envolvendo mentes e corações.

MICHAEL JACKSON LOUNGE

O Espólio de Michael Jackson e o Cirque du Soleil criarão o Michael Jackson Lounge – um espaço que vai trazer a música e a vida de Michael em uma atmosfera para celebrar sua carreira e legado.
Fonte: Blog Arquivo Michael Jackson

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As crianças de Michael Jackson, Paris e Blanket, estão crescendo rápido.

Eles têm ficado a maior parte do tempo longe dos holofotes desde a morte trágica de seu pai em 2009.

Mas quando os filhos de Michael Jackson saíram de manhã para visitar uma loja de brinquedos em Beverly Hills, muitos podem não tê-los reconhecido.

As duas crianças parecem ter tido um surto de crescimento enorme nos dois anos e meio desde a morte de seu pai.

Blanket, agora aos nove anos, em particular, está ficando todos os dias, mais e mais parecido com o pai.

Paris e Blanket

Todos cresceram: crianças de Michael Jackson, Paris, doze e Blanket nove anos de idade, parecem ter tido um surto de crescimento quando saíram para uma loja de brinquedos em Beverly Hills ontem.

Prince Michael II, também conhecido como Blanket, parecia muito longe desde o menino que o mundo viu no palco do memorial de Michael.

Ontem, enquanto caminhava lado a lado ao longo da rua com sua irmã, era um palmo mais alto e tinha mais características distintas, lembrando muito de seu falecido pai.

Paris também tem crescido em proporções significativas, claramente herdou o gene da altura de seu pai, que tinha 1,78m, escultural.

Aos 12 anos de idade, Paris está quase da mesma altura que LaToya Jackson, irmã de Michael, que acompanhou as crianças até a loja.

Nela também aparecem mais as características distintas de sua mãe, Debbie Rowe, com o queixo angular e brilhantes olhos azuis.

Ambas as crianças usavam camisa com imagem de Michael Jackson, em memória de seu querido pai.

Eles apareceram sorridentes ao lado de sua tia LaToya.

Os 54 anos de idade parecem relativamente não pesar, vestindo em um par de calças pretas, camisa de Ferrari e jóias brilhantes sobre as botas de estilete até o joelho.

Eles também foram acompanhados por um guarda-costas que manteve um olhar atento sobre o trio quando percorreram os corredores, procurando alguns brinquedos.

Os filhos de Michael têm permanecido relativamente longe dos holofotes desde o seu funeral, em junho de 2009.

No Memorial, com voz chorosa, Paris emocionou a todos quando disse à milhões de espectadores do concerto de Los Angeles: “Eu só quero dizer … desde que eu nasci …. papai foi o melhor pai que você pode imaginar… E eu só quero dizer que eu o amo tanto! ” (“I just want to say… ever since I was born…. daddy has been the best father you can imagine. …And I just want to say I love him so much”).

 

Flashback: Blanket teve um surto de crescimento desde o funeral de seu pai, visto aninhado entre seus irmãos Paris e Prince Michael I.

Então aos 11 anos de idade, fez uma pausa enquanto falava, lutando para obter as palavras em meio às lágrimas.

Sua emoção genuína encheu de silêncio o Staples Center, que já havia sacudido com o riso, choro e aplausos com alguns dos maiores artistas do mundo, alinharam-se exemplarmente para executar e prestar homenagem a Jackson.



Crescimento: Com apenas 12 anos, Paris é quase a mesma altura LaToya

 

Tia: LaToya Jackson, irmã de Michael, acompanhou as crianças para a loja.

 

Ela e seus irmãos, protegidos da opinião pública, por insistência de Jackson, perdem as máscaras para homenagear o seu falecido pai, que morreu aos 50 anos, em 25 de junho.Durante o evento Paris sentou na primeira fila, com seus irmãos, Prince Michael I e ​​Blanket ao lado dela. Ela descansou a cabeça no ombro de sua avó Katherine Jackson quando celebridades falaram sobre seu pai.

Blanket, segurava um boneco à imagem de seu pai. Na época ele tinha sete anos, dois anos mais velho que Jackson, quando ele começou sua carreira cantando e dançando.

Tragédia: O pai das crianças, Michael, morreu em 2009.

Fonte: dailymail (tradução Google rsrsrs…)
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Michael Impressiona a Europa (Black Radio, Julho 1988)

Black Radio, 22 de julho de 1988

Bad quebra recordes

Eles vêm aos milhares. Compram aos milhões. E vivem em praticamente cada canto do globo.

Eles são a legião em escala mundial de fãs de Michael Jackson – um público cuja fascinação com a singular capacidade artística e performática do mega-astro tem gerado números inéditos em vendas de discos e audiência em shows.

Enquanto Michael deslumbrava platéias na Europa quebrando recordes por onde tenha passado durante a primeira metade de sua turnê no continente, seu último LP pela Epic, BAD, estava abalando estatísticas diversas perto de casa – quebrando (e vendendo) seus próprios recordes ao gerar um quinto consecutivo single Número Um: Dirty Diana!

(Singles anteriores de BAD a alcançarem o Número Um: I Just Can’t Stop Loving You, Bad, The Way You Make Me Feel, Man in the Mirror – e prestes a se tornar o sexto Numero Uno, Another Part of Me).

Nós tivemos a oportunidade de conversar com executivos da Epic sobre o fenômeno Michael como manifesto na espetacular performance do LP BAD – que se tornou seu terceiro álbum consecutivo a vender mais de seis milhões unidades domesticamente: um novo capítulo na história da indústria fonográfica norte-americana.

E os números de BAD ficam ainda mais maus… Com vendas impulsionadas pela seqüência de singles de sucesso, as certificações de multi-platina do álbum estão voando mais rápidas do que a velocidade do som, até àqueles níveis estratosféricos ocupados somente pelo próprio mestre – o domínio olímpico de Thriller!

Don Eason, vice-presidente de Música Negra e Promoção de Jazz da Epic, coloca o fenômeno em uma perspectiva concreta e histórica. “Quando eu estava chegando, foi o Jackson Five que capturou a imaginação do público. Agora é Michael Jackson. Na minha faixa etária, há quem tenha filhos ou mesmo netos. Eles todos se interessam por Michael,” contou à BRE. “Estamos testemunhando um gosto da platéia que passa por duas gerações e inclui 25 anos como artista – mas estamos falando de alguém que ainda vai comemorar seu trigésimo aniversário!” (Michael chega à sua terceira década em 29 de agosto.)

“Eu continuo a ficar impressionado com a acessibilidade da música de Michael,” Eason adicionou. “Do funk de Bad e Dirty Diana até a mensagem de Man in the Mirror, ele fala através de uma linguagem musical que não conhece fronteiras. Michael tem a incomum habilidade de alcançar o íntimo do público e seus cinco singles número um de BAD provam isso. Agora estamos indo atrás do sexto e do sétimo – e tudo começa com a rádio.”

As opiniões de Eason na importância estratégica da aceitação das rádios para o sucesso de Michael foram ecoadas por Larry Davis, Direção da Promoção de Música Negra da Epic. “Michael é sem dúvida o maior artista do mundo, assim como um humanitário,” diz Davis. “Não estou certo quanto a quem merece crédito por seu humanitarismo, mas sei que as estações de rádio de música negra podem por direito representar uma porção substancial do crédito por seu status atual como um artista.”

Davis lembra que a identidade musical de Michael no Jackson Five foi inicialmente estabelecida na rádio negra e aprimorada quando a mesma mídia introduziu o Jackson 5 ao mundo. De acordo com Davis, a influência daquela carreira é igualmente forte hoje e contribui grandemente para o contínuo domínio de Michael no mundo do entretenimento. “As bases para todos os cinco singles número um foram estabelecidas nas rádios negras,” ele afirma. “Em todos os registros das estações de rádio negras, Michael chegou ao número um primeiro!”

A estima dos funcionários da Epic para com seu artiste extraordinaire é dividida com o editor da BRE, Sidney Miller, que designou Michael Jackson como o “Artista da Década” na recente BRE Conference ’88. (seu vídeo de Man in the Mirror também venceu naquela categoria.)

A longamente esperada estréia de Michael como artista solo na Cidade do Kansas – que deu o pontapé inicial da turnê dos EUA, a ser continuada em Pittsburgh em 26 de setembro – meramente confirmou o óbvio. Michael Jackson é simplesmente o maior artista do mundo hoje. Ou talvez de todos os tempos.
 
Em uma exclusiva da BRE, Bob Jones, Vice-Presidente de Comunicações e Relações de Mídia da MJJ Produções, de Michael Jackson, compartilhou interessantes vinhetas da primeira fase da turnê européia – “Cartões Postais da Estrada” – durante uma recente visita à Los Angeles, antes de se reencontrar com Michael em Londres. Bob justificavelmente viveu um caso de deja vu durante a presente turnê – já que acompanhou Michael e seus irmãos em suas primeiras viagens para o Japão e Austrália, ainda em 1973, quando todos eram parte da família Motown.

15 anos para frente e Bob Jones mais uma vez se encontra na estrada com Michael – desta vez sozinho e no ápice do mundo do entretenimento. Aqui estão os “Cartões Postais” de Bob, da turnê recordista de Michael, para os leitores da BRE.

ITÁLIA

Roma – Nós chegamos na terça-feira, 19 de maio, e participamos de uma recepção realizada em honra de Michael na embaixada americana – um amável casarão de oito acres com belos jardins. Foi organizada pelo Embaixador e pela senhora Max Rabb, e Sophia Loren, Gina Lollobrigida, Federico Fellini e Franco Zefferelli estavam entre os convidados. Os três shows de Michael no Stadio Flaminio, todos esgotados, atraíram 45,000 pessoas por noite. Após o primeiro show, a CBS Records International organizou um suntuoso Buffet para 500 convidados. Deixando Roma, nós dirigimos até Florença, onde Michael apreciou a beleza histórica da cidade e visitou o museu para ver a escultura máxima de Michelangelo; “David”.

Turim – 29 de maio. Nos apresentamos no Stadio Communale para uma platéia de 55,000 pessoas. Trens especiais trouxeram fãs de Michael desde cidades próximas, incluindo Milão.

ÁUSTRIA

Viena – Chegamos em 30 de maio e, após um R&R de dois dias, tocamos no Prater Stadion, no dia 2 de junho, para 50,000 presentes.
               
HOLANDA

Roterdã – 3 de junho. Nossos três shows no Feyenoord Stadium atraíram 45,000 pessoas por noite. Aqui nós vimos uma população negra em evidência pela primeira vez. Eles originariamente vieram da antiga colônia sul-americana Guiana Holandesa, agora chamada Suriname. Não tire nenhuma conclusão, mas encontramos nosso primeiro Kentucky Fried Chicken aqui, também!

SUÉCIA

Gotemburgo – 11 de junho. Esta foi uma parada muito interessante por várias razões. Primeiro, o lugar em si, Eriksberg, foi na verdade um estaleiro convertido em estádio para os dois shows, com presença de 55,000 pessoas em cada. Era acessível somente por balsa, e na primeira noite 150 pequenos barcos se espremeram por uma posição para ouvir o show. A ocasião também foi especial porque Michael conseguiu ver Ragni Lantz Grifin (ex-esposa do meu predecessor na Motown, Junius Griffin, e ela própria uma associada da Motown), que reside aqui. Ao pedido de Gladys Knight, Ragni estava presente no show de talentos de Gary, onde os Jackson Five primeiro chegaram à atenção da gravadora. Ela mais tarde compareceu ao primeiro engajamento hollywoodiano do grupo, no Daisy. Uma reunião tocante para dizer o mínimo!

SUÍÇA

Basiléia – Nós chegamos a Geneva no dia 13 de junho, e após três dias de descanso muito necessário, usamos nossos motores até a Basiléia para um show no Foosball Stadion St. Jakob. Entre os 60,000 presentes estava a querida amiga de Michael, Elizabeth Taylor, com um grupo de dez pessoas, e Sophia Loren, que trouxe um grupo de 25. Também presente estava a ex-estrela de basquetebol do Sacramento Kings, Reggie Theus (agora no Atlanta Hawks) que esteve participando de um torneio de tênis para celebridades em Nice.

ALEMANHA OCIDENTAL

Berlim Ocidental – 18 de junho. Como largamente divulgado na mídia norte-americana, tocamos no Muro, que simbolicamente e literalmente divide esta cidade histórica. Uma platéia selvagemmente entusiástica, estimada entre 45-50,000 pessoas, assistiu à performance de Michael, enquanto a Alemanha Oriental preparou um show ‘competidor’ realizado pela medalhista de ouro olímpica de patinação artística, Caterina Witt, e promovido por Bryan Adams. Mas isso não impediu que 3,000 muito agitados fãs de Michael Jackson através do Muro na Berlim Oriental protestassem contra a recusa de seu governo em deixá-los ver seu ídolo. Nós ficamos comovidos, entristecidos e eternamente agradecidos por sermos cidadãos de uma sociedade democrática.

FRANÇA
Paris – Chegamos à capital francesa em 22 de junho e aproveitamos alguns dias de relaxamento, fazendo compras e apreciando as paisagens. Tivemos uma completa tour dos tesouros de arte do Louvre, incluindo a mágica Mona Lisa. Uma multidão de pelo menos 500 fãs ansiosos se acumulou do lado de fora do nosso hotel constantemente por um relance de Michael. Ele fez um pouco de história aqui, também, se tornando o primeiro artista a tocar no Parc Des Princes (o lugar das visitas do Papa à Paris). Houve 65,000 presentes na primeira noite e 69,000 na segunda! Entre eles estavam Albertine Bongo, filha do Presidente do Gabão, antiga colônia francesa. A propósito, sua mãe, Josephine, é dona dos Estúdios de Gravação Elumba, com sede em Hollywood. Jet-setters foram contemplados com uma balançante pós-festa realizada pela Disco queen internacional Regine, que compareceu ao primeiro show com um imenso grupo e voltou como nossa convidada na noite seguinte.

INGLATERRA
Londres – Enquanto estas anotações são escritas, estou em rota para Londres para os primeiros três (14, 15 e 16 de julho) de sete shows esgotados no Wembley Stadium. Mais um recorde, mas um que confirma o fato de que Michael continua a superar qualquer ato na história das turnês.
                
Michael atingiu sua indesafiável posição como artista número um no mundo hoje porque ele anda com reis – mas nunca perde o toque comum – e o sentimento de se preocupar com seus semelhantes – nascidos de suas raízes.

Traduzido por Lucas Bucchile
Fonte: blog “Arquivo Michael Jackson”
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Michael Jackson lança “Bad” na TV (Folha de S. Paulo, Agosto 1987)

 
Folha de São Paulo, 31 de agosto de 1987
Por Angela Marsiaj

O programa, transmitido hoje costa a costa nos EUA, tem direção de Martin Scorcese e vai ao ar amanhã, às 21h30 na Globo; às 22h20, a Manchete mostra ‘Beatles 25 anos’

O lançamento mundial e simultâneo do LP Bad, de Michael Jackson, acontece hoje nos EUA com um especial transmitido costa a costa pela TV norte-americana. O programa, de 27 minutos, tem direção do cineasta Martin Scorsese, autor dos longas-metragens Alice Não Mora Mais Aqui, Taxi Driver, Touro Indomável, After Hours e A Cor do Dinheiro. Por problemas de fuso horário, a Rede Globo o transmitirá só amanhã, às 21h30. A emissora pretende rechear o evento com outros 20 minutos sobre a vida do cantor e compositor, produzidos aqui no Brasil.

A Globo usará material de arquivo, trechos de reportagens, filmes promocionais e videoclips para apresentar Michael Jackson desde a infância, com os Jacksons Five, até hoje. Mostrará também a participação do produtor e arranjador Quincy Jones, decisiva para a consolidação de sua carreira solo. A parte brasileira do especial também conta com cenas do lançamento do LP Thriller e mostra as queimaduras que Michael Jackson sofreu durante as gravações de um comercial para a Pepsi-Cola.

Foto retocada

Como não poderia deixar de ser, o programa que a Globo apresenta não irá ignorar a evolução da aparência do cantor. Além da qualidade de sua música e de seus delírios de paranóia, as mutações físicas de Michael Jackson foram um dos elementos que ajudaram a construir seu mito.

O “Wunderkind” gravou com os Jackson Five pela primeira vez em 1969, apresentado por Diana Ross. Na época ainda tinha aspecto humano. Era um menino de nariz achatado que chamava atenção pela voz aguda e a maneira de dançar. Ainda garoto, conseguiu sucesso mundial com as lacrimosas Ben (1972) e Music and Me (1973). Depois operou o nariz, passou a usar cremes branqueadores na pele e foi adquirindo um ar irreal de fotografia retocada. Desde o estouro do LP Thriller (de 1982) não havia mais gravado. O LP vendeu quase quarenta milhões de cópias em todo o mundo e lhe rendeu sete prêmios Grammy além de 58 discos de platina em 28 países. Foi graças a Thriller que Michael Jackson teve garantido um lugar no livro Guiness de recordes como o maior vendedor individual de discos.

Com Bad, Michael Jackson deverá aparecer de roupas negras, mais agressivas, apesar de seu ar delicado. Ainda assim, primeira faixa do disco a ser lançada foi I Just Can’t Stop Loving You, uma balada melosa que foi recebida pela crítica norte-americana como ruim.

A apresentação brasileira é do ator Miguel Falabella. O roteiro e pesquisa são de Tom Leão.

Fonte: blog “Arquivo Michael Jackson”

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